Arquivos Mensais: Maio 2008
Unsealed on a porch a letter sat.
Then you said, “I wanna leave it again.”
Once I saw him on a beach of weathered sand. And on the sand I wanna leave
it again. Yeah.
On a weekend I wanna wish it all away, yeah.
And they called and I said that “I want what I said” and then I call out
again.
And the reason oughta’ leave her calm, I know.
I said “I know what I waited not a boxer or the bag.”
Ah yeah, can you see them out on the porch? Yeah, but they don’t wave.
But I see them round the front way. Yeah.
And I know, and I know. I don’t want to stay.
Make me cry…
I see… Ooh I don’t know why there’s something else.
I wanna drum it all away…
Oh, I said, “I don’t, I don’t know where there’s a boxer or the bag.”
Ah yeah, can you see them out on the porch? Yeah, but they don’t wave.
But I see them round the front way. Yeah.
And I know, and I know. I don’t wanna stay at all.
I don’t wanna stay. Yeah.
I don’t wanna stay. I don´t wanna stay…
I don’t… Don’t wanna, oh… Yeah. Ooh… Ohh…
Sing for the day, sing for the moment, sing for the time of your life. Come for an hour, stay for a moment, stay for the rest of your life…
Há coisas que nos tocam a alma. E eu nem sou assim tão esquecida, mas por vezes tento guarda-las num qualquer lugar do coração que a mente não alcance rapidamente. Porque o que queres esquecer é o que vulgarmente te vem à memória.
A recordação pode distorcer-se sem dares conta e quando revives podes apenas imaginar sem ter vivido. Será assim que sonhamos?
Podem ser pequenos gestos, palavras, emoções ou imagens. Nem que tenha sido de passagem. Nem que tenha sido há muito tempo, nem que tenha sido ao longe, nem que nunca tenha sido.
Mas tocou-te de alguma forma. E consegues reter na memória, mesmo que a mágoa te cubra o momento. Podem ser momentos mágicos, por todas as razões do mundo e sem nenhuma razão de ser.
Porque é assim, para ti. E mesmo que tentes explicar, ninguém irá entender. São as tuas coisas, os teus pensamentos, a tua alma que guarda como se pudesses pôr tudo dentro de uma caixinha e fechá-la.
Sabes, quando me sento neste muro para limpar a alma e chegar ao mundo com as minhas palavras, penso muitas vezes em ti. Estás na música que oiço, no céu nocturno e vejo-te à janela, a fumar um cigarro e a namorar a lua.
Na terra dos sonhos podes ser quem tu és, e mesmo que me tenhas ensinado a partir, eu fiquei. Sem perceber porquê…
The sun come up it was blue and gold
The sun come up it was blue and gold
The sun come up it was blue and gold
Ever since I put your picture in a frame
I come calling in my Sunday best
I come calling in my Sunday best
I come calling in my Sunday best
Ever since I put your picture in a frame
I’m gonna love you
Till the wheels come off
Oh yeah
I love you baby and I always will
I love you baby and I always will
I love you baby and I always will
Ever since I put your picture in a frame
I love you baby and I always will
Ever since I put your picture in a frame
Ever since I put your picture in a frame
Ever since I put your picture in a frame…
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The perfect song in a perfect voice. Until the end of the world…

“Look at the influence of a certain amount of people in the world. Could all these problems be solved if you… are we talking about 100 men? I mean, could all these problems be solved with the agreeance and comunication between 100 men? Could, you know, and in the same way, is that… does that make, like, only 100 men responsible for, like, all the wars in the world?
100 people. Get ´em in a room as small… the size of a small movie theater. Don´t let them out… till we… till we kind of figure it out. ”
Eddie Vedder in Immagine in Cornice
Childhood living is easy to do
The things you wanted I bought them for you
Graceless lady you know who I am
You know I cant let you slide through my hands
Wild horses couldnt drag me away
Wild, wild horses, couldnt drag me away
I watched you suffer a dull aching pain
Now you decided to show me the same
No sweeping exits or offstage lines
Could make me feel bitter or treat you unkind
Wild horses couldnt drag me away
Wild, wild horses, couldnt drag me away
I know I dreamed you a sin and a lie
I have my freedom but I dont have much time
Faith has been broken, tears must be cried
Lets do some living after we die
Wild horses couldnt drag me away
Wild, wild horses, well ride them some day
Wild horses couldnt drag me away
Wild, wild horses, well ride them some day…
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1. Há um poço de ignorantes no bananal… podia ser de petróleo mas não é!
Já andavamos há alguns dias a respirar de alívio, até que ontem, soubemos que podíamos chorar, espernear, fazer birras porque aí estava novamente a aterradora notícia: “Os combustíveis vão aumentar 3 cêntimos a partir da meia noite” . A correria dos habitantes desta república aos postos de abastecimento foi constatada por quem andasse mais distraído. Ou então, estes perguntariam se se estava a dar alguma coisa nesses locais. Pois, há quem ande por cá, mas só a vaguear.
Será que aqueles senhores e senhoras que se sentam lá no bananal e que faltam ao seu “pseudo- trabalho” para irem exercer as outras suas funções, para ganharem balúrdios, não abastecem os seus carritos?? Espera aí… deve haver um cartão qualquer de frota do Estado, que paga a gasolina a estas espécies. Ou então vão abastecer em Espanha. Pois, deve ser isso. Não… pensando bem eles até podiam pagar o dobro. Ou o triplo, ou o raio que os…
Mas o habitante da solarenga república das bananitas não se mexe. Pensando melhor, seria mais ecológico andar a pé e não chegar ao emprego, porque não há dinheiro para pagar tantos aumentos. Nem para viver. Tudo o que há é para sobreviver.
Mas… esperem lá. Afinal, mas porque raio o “tuguita” leva o carro para andar 200 metros? Anda cansado… deve ser. E bem pode continuar, porque se continuarmos assim isto passa a ser um dos mais caros países da União Europeia, e ridiculamente o que tem menos poder de compra. Embora, aparentemente pareça tudo bem, graças aos “queridos” cartões de crédito, que na minha opinião deviam ser proibidos.
2. Há pessoas que gritam “Dá-me o telemóvel!!!” como se isso lhes fosse salvar a vida… mas não salva.
Sabem do que falo. As “Patrícias” deste país de brandos costumes andam revoltadas com as professoras que não lhes dão o telemóvel. E ainda as empurram e agridem. Mas o que dizer disto, se os próprios papás orgulhosos das suas crias feitas á sua imagem e semelhança, vão até às escolas para agredir os professores? E se fossem todos ter umas aulas de civismo? Ou então imigrem para um local onde não haja telemóveis. As bananas e as bananitas em pleno bananal…
3. Tem problemas? Se tem ligue e pague, se não tem, não deve demorar muito a arranjar.
A televisão estatal brindou-nos com algo surpreendente. Fiquei com a impressão que estava no canal errado, mas constatei que era a televisão para a qual vai parte do dinheiro dos contribuintes que estava a passar repetidamente um anúncio. Cómico e duvidoso. “Se não consegue resolver os seus problemas… blá, blá, blá…. consulte o professor mambo”, ou lá como se chama o senhor. Desculpem lá, o que foi isto? Um ataque “tviano”?
Sim, porque meus senhores e minhas senhoras, se não sabem onde gastar o vosso dinheiro, a televisão estatal trata de aconselhar-vos. Afinal, está apenas a dar uma saída para os problemas que este governo do cantinho á beira mar plantado nos dá de bandeja… bananas!!

